e depois o tempo alto onde o branco é férvido veio chorar a colheita das pétalas e dar voz à depuração da voz. quem tem medo de ser escama faz-se estrela e depois centrifugação da pele sem nunca ser asfixia. agora mais flor invisto-me de marfim e com dois punhos de aço colho a outra face. e depois o tempo é outra vez abandono. solitário andor na curva do universo.


