e a cada instante a ausência do tempo é uma viagem do silêncio




a exactidão das coisas é ambígua e desloca-se no texto líquido. resguardo de vísceras que a ninguém faz de lençol.


quarta-feira, 15 de Julho de 2009




.depois é continuar por um fio de aranha. não para a frente. para dentro.autofágico e necessário nevoeiro a entardecer o grito. o futuro é metáfora. o presente uma taxa que se deseja alta. e inaugurais como corças jovens as raizes saiem do deserto em esporas bilingues. o mundo é uma organização sábia de mortes e de ressurreições. somos poucos ainda para verbar o entendimento do extremo e do adjectivo que prenda ao essencial a essência das sementes.


(obrigada Ana e Paulo ...)

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