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ou ainda ser o gesto universal determinadamente leve na antecâmara do silêncio.
clássica a tradição da palavra. que sendo signo mutável é pele e respiração e jogo semiótico.
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ou ainda ser outra vez o outro que nos habita entre o destino e a inconsciência.
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ou o gesto reflexivo que segura o vento nas pálpebras. a diferença entre ser e querer. ilha ou continente. ponto ou água. morte ou beijo. sinal de quem chega ao lugar da matéria e não se en.curva.
e a cada instante a ausência do tempo é uma viagem do silêncio
a exactidão das coisas é ambígua e desloca-se no texto líquido. resguardo de vísceras que a ninguém faz de lençol.
sexta-feira, 3 de Julho de 2009
Publicada por
isabel mendes ferreira
em
7:35
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