e a cada instante a ausência do tempo é uma viagem do silêncio




a exactidão das coisas é ambígua e desloca-se no texto líquido. resguardo de vísceras que a ninguém faz de lençol.


quarta-feira, 9 de Julho de 2008

.

aguardo. o fulgor.

e ______________saio.





















e





"Consigo visualizar esse “mentir”, principalmente a verdade desse mentir… o outro lado do espelho, dos simbolismos... "













_______________________________________e a palavra rumor ganha a ferrugem do adeus. a poesia é um barco na obscura língua das flores silvestres e do coração ao largo.

alargo-me no descampado céu onde as giestas são o véu das sílabas.

fragmento de gelo a renascer de todas as cinzas.

e há sempre um Luar que vale a pena ler. sentir e esvoçar. deixo.vos. a poesia também mora Aqui.





e a flor.de.cerejeira.que sempre há-de ser FLOR.


________________________________!

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