Não é que duvide da força dos seus versos, Isabel, mas, acho que qualquer palavra inserida aqui afetaria esta composição fantástica. Aprecio o seu "silêncio". Um beijo!
Nas fotos de Brian Gaberman descreves aquilo que eu sempre senti... aqui! Caminhos... novos. velhos. conhecidos. desconhecidos. oferecidos. roubados... todos parentemente lineares! . . . Vinculações ou meras ligações?! . . . Bjo meu em ti lua molhada Bom dia
... mergulhou na lua - porque era mais lunar que solar - e descobriu.se nas negras madrugadas .então banhou.se nos raios lunares e tornou.se epidermica mente branca ...
Colhe-se um olhar do empedrado caminho alongado no túnel da noite Por vezes, suspendem-se os sons dobrados à luz da espera Então, lentos e claros, prosseguimos a anatomia fendida dos verdes Assim se quisera....
Pois. Palavras para quê? A beleza de sempre, se não for mais ainda. Mas sem palavras mesmo é o post de cima. Um beijo só, que talvez valha mais do que mil palavras (e não apareças por lá agora, que há futebol, só para variar).
A Editora Contra Margem e o autor convidam-no a estar presente no lançamento do livro - Como matei o Ministro – do jornalista Carlos J. Barros. A obra vai ser apresentada por Paulino Coelho, no dia 12 de Abril (sábado) pelas 17 horas, na Lisbon AD School,Rua Dr. Nicolau de Bettencourt nº 45A, 1050 - 078 Lisboa. ( Frente ao centro de Arte Moderna – CAM – Gulbenkian)
44 comentários:
Neste post Y. e com a música que ainda bem não muda, não são necessárias. Está tudo aqui. Ou direi "Toda"?
Poucos a pressentirão. Será? Talvez me engane. Talvez sejam muitos os que a pressentem. Talvez. Oxalá.
Soberano este silêncio que a antologia. Como uma iconografia.
Abraço.a.
Seu
j.p.
Eu não sei nada. Só sei que não saio hoje daqui. Não mesmo!
Tirei o dia para ficar a ouvir o Piano e a ler tudo mas tudo tudo.
Pode ser? obrigado.
M.L.
P.S. adoro-A.
Gosto deste piano...piano
Um silêncio tão cheio que se pode abraçar.
Um silêncio de espaço e nunca de vazio.
E sim. Muitos.
...escuridão. silêncio.
a luz é parca. estreito o caminho... um rosto. uma busca...
...solidão...
...do outro lado um rosto. mãos ávidas que se estendem. do outro lado...alguém.
beijo.
LISA
os desenhos são lindos
Sem palavras e de pantufas andar porque Vemeer está a passar por aqui.
Um beijo. Augusto
uma luz arrastada,
a tardar...
:)
beijo
Apesar dos dias crescerem, cada vez anoitece mais cedo!
sem palavras...
também
______________E
estamos em tempos de muito pouca luz
mas aqui
há sempre claridades no silêncio que te ficam por debaixo do silêncio das palavras
As fotografias são espantosas de belas...os desenhos já conhecia, reconhecem-se de imediato.
Um beijo
grande
hipnótico
"ex"pressionante
lamber aquele olhar...
Não há descrição possível. servem-se aos olhos e pronto.
E Léo Ferré. queres afogar-me em nostalgia?
Beijo diva
Gosto do trilho impresso pela falta das palavras a mais.
Aqui.
Abraço com mar e chuva
Lindo... tudo...
abraço Isabel
Não é que duvide da força dos seus versos, Isabel, mas, acho que qualquer palavra inserida aqui afetaria esta composição fantástica. Aprecio o seu "silêncio".
Um beijo!
que dizer?
sem palavras...
******
beijo
:) ...enquanto existirem universos de rosas no deserto e
buzios que cantam o mar em si.Ti.
e enquanto existirem rostos imperscrutaveis
(que se não deixam devassar)
mas que em dádiva, se deixam imaginar sorrindo,
enquanto lemos os textos colados nos seus lábios, fechados,
não há silêncio que nos desvie!
nem ______________________________________________ que nos detenha!!
Mesmo assim, vamos dançar? :)
O piano está cada vez mais........apetecível
Beijinhos para a menina Isabel
realmente, as palavras são supérfluas.
abraço
p.
estou aqui, para mostrar que não morro na primavera, e que virei tecer elogios todas as vezes que entrar num piano destes
lindíssimo, isa. beijo grande *
Nas fotos de Brian Gaberman descreves aquilo que eu sempre senti... aqui!
Caminhos... novos. velhos. conhecidos. desconhecidos. oferecidos. roubados... todos parentemente lineares!
.
.
.
Vinculações ou meras ligações?!
.
.
.
Bjo meu em ti
lua molhada
Bom dia
sei que me repito, mas sempre que por aqui atraco fico invadido de um não sei quê provocado pela terrivel beleza das imagens e das palavras...
Estão gastas, as palavras? Ou é maior o silêncio para deixar passar a música?
Um beijo.
voraz e frágil,
tão
tão
liberto!
um abraço (grande)
alece
Para além dos sentidos.
envolvente silêncio. mágico silêncio...
deixo.te o resto do que escrevi
numa outra tenda
[tua]
... mergulhou na lua - porque era mais lunar que solar - e descobriu.se nas negras madrugadas
.então banhou.se nos raios lunares e tornou.se epidermica mente branca ...
e deixo.te .(RAINHA.LUA).
um beijo
rico parapeito...
uma hora e trinta e sete minutos.
é escuro.
vim aqui sabendo que seria um bom adeus a mais um dia.
vou deitar-me.
Colhe-se um olhar do empedrado caminho alongado no túnel da noite
Por vezes, suspendem-se os sons dobrados à luz da espera
Então, lentos e claros, prosseguimos a anatomia fendida dos verdes
Assim se quisera....
Um bjinho grande e um luminoso dia
Luz no rosto. Luz na alma.
Seguimos-te!
...e aí vou eu!
...deixando-te beijos pelo caminho que farás o favor, de prender entre os ramos. Sim? :)
E a sua beleza continua I. intocável e irrepreensível.
(No intervalo de leituras "chatíssimas" vim olhar um piano maravilhoso). Beijos do
A.L.X.
Salvé Raínha ... sereníssima litania
volúptia ___________________
de almas ternas
(e morri ...)
i*
esta música é mágica... :) *
Um beijo a meio de uma semana infernal para saberes que não me esqueço. Crisálida és tu. Diva.
Só de aqui entrar acalmo os sentidos.
Pois. Palavras para quê? A beleza de sempre, se não for mais ainda. Mas sem palavras mesmo é o post de cima. Um beijo só, que talvez valha mais do que mil palavras (e não apareças por lá agora, que há futebol, só para variar).
... sem palavras. com sinais. os teus caminhos. sempre eu contigo. neles. sempre a teu lado. isa. abraço-te. muito
Gostava que aparecesses
A Editora Contra Margem e o autor convidam-no a estar presente no lançamento do livro
- Como matei o Ministro – do jornalista Carlos J. Barros. A obra vai ser apresentada por Paulino Coelho, no dia 12 de Abril (sábado) pelas 17 horas, na Lisbon AD School,Rua Dr. Nicolau de Bettencourt nº 45A, 1050 - 078 Lisboa. ( Frente ao centro de Arte Moderna – CAM – Gulbenkian)
Beijo Isabel
ontem passei de mansinho...
há sítios tão bonitos que devia ser proíbido comentá-los (mesmo dizendo bem, que só se pode).
na verdade,aqui as palavras que se possa deixar são demais e, no entanto, conseguem dizer muito pouco.
vês Isabel? não sou só eu quem o diz. :-)
beijo de bom sábado
Percebo um "movimento" anti-comentário em curso. Melhor não desafiar a divindade poética. Portanto, um ramo de caxemiras para ti.
Um beijo!
a visualidade dessa tua casa, casa tão bem com tuas palavras. Salva muito dos percalços vida, vir aqui.
Abraços
Rubens
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