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Domingo, 28 de Abril de 2013
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isabel mendes ferreira
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19:01
Sábado, 19 de Maio de 2012
e depois o tempo alto onde o branco é férvido veio chorar a colheita das pétalas e dar voz à depuração da voz. quem tem medo de ser escama faz-se estrela e depois centrifugação da pele sem nunca ser asfixia. agora mais flor invisto-me de marfim e com dois punhos de aço colho a outra face. e depois o tempo é outra vez abandono. solitário andor na curva do universo.
Quinta-feira, 17 de Maio de 2012
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isabel mendes ferreira
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Quarta-feira, 16 de Maio de 2012
não podendo eu ser a casa mais branca onde todas as sombras fossem a tua mão esculpida no meu ombro sou apenas água. a que se move devagarmente a caminho de um corpo vestido de palavras largas . sou ainda a usura de um momento que não tive e o anel que te deixei debaixo de apenas um ai enquanto o dia entardecia. não sabendo a tua morada o que se desprende desta lisura que também é ausência é um traço . ou apenas o deslumbre. que nunca se fecha. antes descai do céu. lugar oculto. culto das faúlhas sobre os ombros onde me faço fogo enquanto a casa nos é berço. e depois talvez chegue o segredo.
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isabel mendes ferreira
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12:41
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Domingo, 13 de Maio de 2012
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isabel mendes ferreira
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Quinta-feira, 10 de Maio de 2012
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isabel mendes ferreira
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